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Venda de veículos e CRM
Venda de veículos: vantagens do CRM para concessionárias

O CRM para concessionárias é uma ferramenta indispensável para o aumento do volume de venda de veículos. Esse software colabora com a eficiência da gestão e, consequentemente, com a alta performance dos vendedores. 

Para conhecer mais sobre essa plataforma, continue a leitura. Reunimos neste texto as principais vantagens dela. 

Vamos lá?

Como o CRM para concessionárias colabora com a venda de veículos?

CRM para concessionárias

O CRM para concessionárias é extremamente importante para o aumento do volume de venda de veículos. Se engana quem pensa que esta plataforma não funciona para este tipo de estabelecimento. 

Antes de mais nada é importante destacar, afinal, o conceito de CRM. A sigla é referente a Customer Relationship Management, que significa Gestão de Relacionamento com o Cliente. 

Portanto, o software é destinado ao gerenciamento da relação por meio das análises de interações. Assim, o objetivo da ferramenta é:

  • Antecipar necessidades e desejos;
  • Otimizar as estratégias de captação de cliente;
  • Personalizar o contato;
  • E, consequentemente, aumentar as vendas.

Com ela, é possível obter uma gestão 360º e alinhar as ações comerciais, de marketing e de atendimento ao cliente. Dessa forma, todos os contatos são mapeados e administrados em busca de gerar insights através das avaliações constantes sobre o público-alvo. 

Isso ajuda no conhecimento aprofundado quanto aos consumidores e as jornadas de compra. O que, consequentemente, colabora com a construção de argumentação durante as abordagens comerciais. 

Não é por acaso que há uma expectativa de que o mercado de CRM atinja US$128.97 bilhões em 2028, segundo uma pesquisa. 

Por isso, inclusive, em maio de 2021, mais de 91,0% das empresas, com mais de 11 funcionários, utilizavam soluções de CRM. Isso fez com que o uso desta ferramenta aumentasse de 15,0% em 2010 para 97,0% em 2020!

Com base nessa contextualização, reunimos os principais benefícios gerados pelo CRM para concessionárias. E lembre-se! Esses são ganhos que afetam diretamente a venda de veículos. Então, veja a seguir a lista completa!

Leia também: 7 boas práticas para a gestão de concessionárias

1. Centraliza informações de clientes

O principal benefício do CRM para concessionárias, importante para a venda de veículos, é centralizar as informações de clientes. 

Por ser um software de gestão de relacionamento, é possível adicionar e analisar todos os dados e pontos de contato com o comprador. 

Isto é, desde o cadastro de clientes e potenciais consumidores até o estágio de compra e maturidade de interação com a concessionária. É possível ter acesso a:

  • Telefone;
  • Nome;
  • Relatório de quantos e-mails ele abriu e respondeu. 

Por isso que, inclusive, conforme um levantamento, 74% dos vendedores dizem que os sistemas de CRM melhoraram o acesso aos dados dos clientes.

Essas informações, por exemplo, ajudam a entender melhor:

  • A sensibilidade do público quanto ao preço de cada veículo;
  • Possíveis preferências quanto a marcas;
  • Inclinações para carros 0km ou seminovos/usados.

Por consequência, será possível desenvolver estratégias comerciais e abordagens mais assertivas. Desse modo, colabora com a produtividade dos vendedores, aumentando o volume de vendas.

Além disso, a ferramenta ajuda a padronizar e estruturar processos, assim como simplificar e otimizar as ações comerciais diárias. E isso também elimina desperdícios de tempo e perdas de oportunidades.

2. Aprimora as relações e gera fidelização

Ainda conforme a pesquisa citada acima, 64% dos vendedores acreditam que o CRM melhorou a gestão de relacionamento. Sendo apontadas, também, vantagens quanto ao rastreamento de interação com o cliente.

E isso, por consequência, afeta diretamente a experiência do comprador. Segundo a Zendesk, 50% dos clientes afirmam mudar para um concorrente após uma única experiência ruim. E quando isso se repete, o número salta para 80%.

Ou seja, com a centralização das informações dos clientes, é possível construir um relacionamento focado na personalização. Assim, estabelecer contatos com abordagens coerentes às necessidades e dores do possível cliente. 

Isto é, o CRM colabora com o desenvolvimento de vendas mais consultivas. Assim, garantindo que as condições do comprador sejam atendidas da melhor maneira possível. 

Com essas informações, o vendedor será capaz de indicar a solução mais condizente com a realidade do cliente, facilitando o fechamento da compra. 

Por isso, o intuito é qualificar e nutrir o lead de maneira a garantir a tomada de decisão. Mas, mais do que isso, é importante tentar a conexão com clientes inativos também. 

Em resumo, deve-se construir um relacionamento com base no compartilhamento de conteúdos relevantes. Eles vão encantar, ressaltar e incentivar a demanda por compra dos veículos ou até mesmo de outros serviços da concessionária.

E toda essa relação auxilia no momento da venda e na retenção do comprador. Mantê-lo fiel e satisfeito, relembrando-o constantemente do estabelecimento, fortifica esta relação. O que, diminui os Custos de Aquisição do Cliente (CAC).

Segundo uma pesquisa, um aumento de 5% na retenção de clientes pode levar a elevação do faturamento de 25-95%.

3. Otimiza e personaliza estratégias

A decisão de adquirir um carro leva tempo. Isso faz com que o ciclo de vendas se torne mais complexo e longo. Afinal, antes de realizar a compra, o cliente atual faz pesquisas onlines. 

E, durante essas buscas, ele pode acabar demonstrando interessantes em certos pontos de contato, como em algum VDP, por exemplo. Nesse contexto, o CRM para concessionárias é importante para o aumento da venda de veículos.

Até porque, segundo o G1, 61% dos brasileiros compram mais pela internet do que em lojas físicas! Sendo que 78% deles realizam esse processo uma ou mais vezes por mês. Isso porque 72% dizem que essa escolha está relacionada à praticidade de comprar sem sair de casa.

Nesse momento é possível captar um cliente (lead) e ajudá-lo a tomar decisões durante a jornada de compra. Ou seja, a ideia é construir a confiança do mesmo, no decorrer do ciclo de compra, o conduzindo até o fechamento.

Para isso, o CRM ajuda a acompanhar o cliente em todo o processo, por meio do funil de vendas. Assim, será possível organizar as ações e desenvolver estratégias coerentes com a fase de compra do consumidor. Tudo, é claro, de maneira personalizada.

4. Contribui para o fortalecimento do posicionamento da concessionária

Por fim, o CRM para concessionária colabora com a construção de um posicionamento forte. Isto é, ajuda no desenvolvimento de uma imagem confiante graças a demonstração de autoridade no assunto. 

Manter o relacionamento com o cliente, mesmo após a compra ou com aqueles inativos, é fundamental para o aumento da venda de veículos. Isso faz com que o público mantenha o estabelecimento na memória. 

Para, assim, quando decidir realizar a compra, escolher seu negócio em meio a concorrência.

Além disso, clientes felizes e satisfeitos, fazem boas avaliações e indicam serviços e produtos à família e aos amigos! O que, é claro, facilita a captação de novas oportunidades. 

Afinal, conforme um levantamento, 92% dos consumidores ao redor do mundo afirmam confiar totalmente na indicação de um amigo ou família.

Continue se aprofundando no assunto!

O CRM para concessionárias é só um exemplo de plataforma que colabora com o aumento da venda de veículos. Existem diversas ferramentas digitais que contribuem para a otimização das atividades diárias do estabelecimento, garantindo o alcance de novas oportunidades.

Por isso, se aprofunde mais no assunto. Clique no botão abaixo e entenda mais sobre a digitalização no setor automotivo e como aplicá-la.

Digitalização do setor automotivo: saiba como aplicar no dia a dia!

Manutenção de veículos em estoque
Manutenção de veículos em estoque: como administrar

A correta aplicação da manutenção de veículos em estoque afeta diretamente o sucesso do estabelecimento. Saber como administrar esses processos é importante para a qualidade da comercialização e, consequentemente, para a imagem mercadológica do estabelecimento. 

Para entender como realizar essa prática, continue a leitura. Reunimos os principais impactos desse tipo de gestão e dicas de como estruturá-la. 

Vamos lá?

A importância da manutenção de veículos em estoque

A manutenção de veículos em estoque é essencial para garantir a qualidade dos mesmos. Por isso, essa prática é indispensável para a segurança e preservação do automóvel. 

Afinal, assim como o constante uso gera danos e desgaste ao carro, a inatividade por longos períodos também. Ou seja, veículos muito tempo parados em estoque podem promover prejuízos futuros para o cliente, gerando a insatisfação do mesmo.

No caso de seminovos e usados, por exemplo, o baixo giro pode acentuar problemas que não tinham sido identificados. Já em carros 0km, a falta de estímulo também é capaz de atrapalhar o correto funcionamento de certos itens 

Em resumo, nos casos de veículos parados em estoque por muito tempo, geralmente ocorre:

  • Descarregamento da bateria;
  • Desgaste e desnivelamento do pneu;
  • Corrosão em sistemas devido a falta de movimentação de fluidos (como óleo);
  • Problemas na combustão graças a paralisação da gasolina;
  • Desgaste na fiação e componentes elétricos;
  • Formação de mofo, bactérias, umidade, e mais.

Dessa maneira, é fundamental a atenção redobrada nessas peças e componentes. A falta de cuidado quanto a eles pode dificultar o desempenho do carro. 

Por isso, a manutenção de veículo em estoque é extremamente importante para prolongar a vida útil do mesmo e garantir a saúde financeira do estabelecimento. Além disso, esse processo ajuda na valorização do modelo do automóvel e na experiência do cliente.

Deixar para realizar a manutenção apenas quando vender o veículo é um risco. Isso porque, é possível que os danos se agravem com o tempo, aumentando a necessidade de gasto e investimento. Sendo, inclusive, capaz de causar atraso no tempo de entrega do veículo.

Sem contar que a falta da manutenção pode atrapalhar, até mesmo, a venda. Tendo em vista que, por exemplo, alguns desses problemas podem aparecer durante o test drive, reduzindo a confiabilidade no veículo e nos serviços.

Leia também: 6 estratégias para aumentar as vendas de veículos

Como realizar a manutenção de veículos em estoque?

Como realizar a manutenção de veículos em estoque

Como vimos, a manutenção de veículos em estoque é indispensável para o sucesso do estabelecimento. Afinal, é a partir dessa prática que será possível garantir a qualidade do funcionamento do veículo e, consequentemente, da satisfação do cliente. 

Importante destacar que, segundo uma pesquisa, 87% dos consumidores priorizam empresas que oferecem boas experiências. Por isso, 75% deles estão dispostos a pagar mais caso, se necessário.

Até porque, 65% deles afirmaram desistir de realizar a compra após uma experiência ruim. Logo, o contato (posterior ou durante a negociação) com veículos com problemas pode causar efeitos significativos à imagem mercadológica e competitividade do estabelecimento.

Pensando nisso, reunimos algumas dicas que vão te ajudar a organizar e administrar este processo. Veja a seguir a lista completa!

1. Faça sempre consultas veiculares e vistorias prévias

Em um primeiro momento, é necessário garantir alguns passos que antecedem a aquisição do veículo para revenda. O primeiro deles é a consulta veicular. 

Essa é uma prática destinada a análise do histórico completo do automóvel, conferindo a legalidade e veracidade dos dados. Isto é, desde alterações das características do veículo, até quilometragem e possíveis restrições legais.

O estudo não só ajuda na segurança e eliminação de prejuízos quanto a débitos antigos, como, também no entendimento quanto ao estado real de conservação do carro. Assim, eliminando custos desnecessários e prejuízos futuros.

Mas, além da consulta veicular, é fundamental realizar vistorias no possível veículo, antes de adquiri-lo para revenda. O intuito é realizar uma análise veicular a mais, somando com a obrigatória pelo órgão de trânsito estadual.

Assim, será possível atestar, com maior certeza e confiabilidade, o estado do veículo. As informações adquiridas nesse processo ajudam a avaliar as vantagens e desvantagens da aquisição do carro. O que também contribui para a identificação do tempo ideal de estoque e das manutenções.

Revenda de veículos: saiba quais indicadores acompanhar!

2. Garanta a otimização do estoque

A gestão de estoque é, muitas vezes, responsável pelo sucesso do estabelecimento. 

Aqui, os principais ativos possuem valores sensíveis e variáveis que costumam alterar conforme o tempo de estoque. O que, por consequência, atrapalha a lucratividade do negócio. 

É simples! Esse é o setor diretamente conectado a receita, custo e despesas de concessionárias e lojas. Por isso, a otimização desses processos colabora para uma gestão mais eficiente e estratégica.

Assim, será possível equilibrar o ciclo de mercadorias, garantindo giros rápidos dos veículos em estoque. 

Logo, a quantidade de manutenções necessárias será infinitamente menor, gerando rentabilidade. Afinal, quanto maior for o tempo do veículo no estoque, maior será a frequência de reparos.

Por isso, antes de mais nada, é imprescindível que esta área esteja organizada, estruturada e funcionando corretamente. 

3. Programe a manutenção de veículos em estoque

Após essas fases iniciais, chega o momento de realizar a manutenção de veículos em estoque. 

A grande dica aqui é programá-las de maneira periódica, para evitar reparos corretivos. Isso porque, eles costumam acontecer apenas quando o carro já demonstra sinais de desgastes. Portanto, podem causar mais danos e custos. 

Procure, no lugar dessa, manter um calendário que valorize a:

  • Manutenção preventiva: previne possíveis desgastes. Costuma ser aplicada em veículos que necessitam de maior atenção por apresentarem falhas consideráveis;
  • Manutenção preditiva: prevê a necessidade de manutenção, com base no tempo, uso e monitoramento do veículo. Somente assim será possível antecipar possíveis danos. 

Para isso, é necessário desenvolver um Planejamento e Controle de Manutenção (PCM). Este documento visa programar rotinas de reparos com base na frequência ideal de monitoramento para cada veículo. Até porque, quanto mais velho e usado for, maior serão as chances de cuidado. 

Além disso, o PCM visa mapear e identificar as peças e serviços necessários para cada manutenção e automóvel.

4. Estabeleça parcerias

Por fim, considere a possibilidade de estabelecer parcerias com lojas de autopeças,  oficinas especializadas e até logísticas. Assim, até os menores reparos e monitoramentos serão mais vantajosos para o estabelecimento.

Com isso, será possível montar uma rotina estratégica e mais eficiente de manutenção de veículos em estoque.

E então?

Podemos concluir que a manutenção de veículos em estoque afeta diretamente a comercialização do mesmo. Logo, a falta dessa prática pode causar sérios danos à competitividade do estabelecimento. 

Então, para te ajudar a aplicar as dicas citadas acima, desenvolvemos um conteúdo sobre a otimização dos processos de gestão de estoque. Para acessá-lo, clique aqui!

Veículos seminovos
Veículos seminovos: 4 fatores que impactam na decisão de compra

Durante a negociação dos veículos seminovos, surgem pontos que podem se tornar objeções de venda, se não forem bem trabalhados. Portanto, é fundamental conhecê-los para conseguir contornar e utilizá-los como argumento durante a comercialização.

Para descobrir quais são, continue a leitura! Além deles, também reunimos dados que reforçam o contexto favorável atual do setor. Vamos lá?

O panorama do mercado de veículos seminovos

O mercado de veículos seminovos tem crescido com grande potência nos últimos anos. Principalmente desde 2020, quando foi instaurada a crise dos semicondutores. 

Esses chips, que eram utilizados na produção de automóveis, com pandemia do Coronavírus, passaram a ser amplamente usados no desenvolvimento de eletrônicos, como computadores, celulares e TVs. O que aumentou a demanda e, consequentemente, seu valor.

Esse cenário fez com que a produção de carros 0KM fosse reduzida, aumentando, também, o seu preço final. Com isso, de lá para cá, os seminovos ganharam espaço na preferência dos consumidores. 

Segundo dados citados pelo Isto é, em novembro de 2023, foram realizadas mais de 765 mil transações de carros usados. Em comparação, apenas 160.693 mil carros novos foram emplacados. 

Essa diferença gera a proporção: de cada 10 carros adquiridos no país, pelo menos 8 deles eram usados ou seminovos.

Dá pra ir além e dizer que, segundo o G1, os veículos com mais de 13 anos foram os campeões de vendas em 2023. Eles representaram 35% do total negociado no país. 

De todo modo, ainda segundo o portal, a venda dos carros seminovos e usados aumentou em 8,6% no Brasil, em 2023! 

Foram mais de 14 milhões de unidades comercializadas no ano passado. Isso dá uma média de 57.794 por dia útil! E a expectativa é de que em 2024 o setor tenha ainda mais resultados positivos.

Os números são a consequência da percepção quanto à vantagem do preço dos seminovos e usados em relação aos veículos novos. Além disso, a queda das taxas de juros, em 2023, contribuiu para o aumento dessa comercialização.

E esse cenário será difícil de ser revertido. Apesar da estabilidade e uma breve queda nos preços dos carros novos, eles dificilmente voltarão a ter o mesmo valor da pré-pandemia. 

4 fatores que influenciam na decisão de compra

Fatores que influenciam a decisão de compra

Diante desse contexto, é preciso reforçar a importância de estar preparado para o aumento da demanda por veículos seminovos. 

Por isso, reunimos 4 grupos de fatores que costumam influenciar na decisão de compra, com base em um artigo sobre o assunto. Utilize as causas como argumentos durante a negociação e garanta mais vendas. 

Veja a seguir a lista completa!

1. Fatores culturais

Os fatores culturais possuem grande influência na decisão de compra dos veículos seminovos. Podemos dizer que são aqueles que impactam na visão de mundo do consumidor. Portanto, possuem efeito em seus gostos e desejos. 

Aqui, são compartilhados interesses e valores por um grupo de pessoas, que validam comportamentos. Dessa forma, podemos citar como exemplo crenças e senso comum. 

No contexto atual, é possível mencionar como fator cultural os novos modelos de consumo e comercialização graças ao digital. 

Por exemplo, segundo um relatório, 94% de todas as vendas de carros no Brasil (e mais alguns países) começam por pesquisas na internet, como no Google e Yahoo e até sites das concessionárias e lojistas. 

Ainda, a ideia de que o seminovo é mais barato tem influenciado, culturalmente, os consumidores. Esse, que não é um pensamento equivocado, tem se tornado o principal argumento para a tomada de decisões.

Afinal, há uma maior variedade de carros disponíveis a um preço mais baixo. Ou seja, com o valor dos opcionais de um veículo novo, por exemplo, é possível selecionar um seminovo mais completo e potente.

Além deles, podemos citar a crença de que o veículo zero KM costuma perder de 10% a 20% do preço original após sua saída da concessionária. Essa ideia também funciona a favor dos seminovos.

Logo, aqui é possível usar argumentos que instiguem esses pensamentos e estratégias que correspondem ao momento cultural atual. Ou seja, com ações online que comprovem sua expertise e autoridade, facilitando a tomada de decisões.

Digitalização do setor automotivo: saiba como aplicar no dia a dia!

2. Fatores sociais

Os fatores sociais geralmente estão relacionados a grupos de referência e papéis e posições na sociedade. Esses aspectos são referências para a escolha do consumidor. Afinal, ele tende a confiar mais em familiares e amigos e a seguir um certo status.

Logo, seu comportamento será motivado pela:

  • Classe social;
  • Renda;
  • Mídia;
  • Nível de escolaridade;
  • Pessoas que confia e admira. 

Por exemplo, segundo a pesquisa citada acima, as postagens positivas têm influenciado 69% das decisões dos consumidores, enquanto as negativas impactam 57% deles. 

E ainda, conforme um levantamento, 92% dos consumidores, ao redor do mundo, afirmam que confiam totalmente na indicação de um amigo ou familiar. Isso, acima de qualquer outra forma de propaganda

Então, utilize uma abordagem que estimulem a familiaridade. Procure saber se o comprador possui um carro em mente e porquê. Entenda se ele já o conhece devido a indicações e/ou reputações do mesmo. 

Tudo isso, ao mesmo tempo em que avalia a posição do cliente na sociedade. Por exemplo, se o consumidor costuma trocar de carro constantemente, os seminovos tendem a ser a melhor opção devido ao custo-benefício.

Com essas informações, será possível indicar modelos de carro mais coerentes com o comportamento do comprador.

3. Fatores pessoais 

Já os fatores pessoais são aqueles relacionados às principais características do indivíduo. Ou seja:

  • Idade;
  • Sexo;
  • Estágio de vida;
  • Ocupação;
  • Condições econômicas;
  • Estilo de vida;
  • Personalidade. 

Aqui, os interesses também afetam as tomadas de decisão. 

Os consumidores tendem a valorizar e priorizar empresas com personalidades semelhantes às suas. Isto é, prezam por aquelas que se identificam com maior facilidade.

Aqui, a economia, conforto e segurança tendem a prevalecer, dependendo do orçamento financeiro. Então, utilize como fundamento durante a negociação, pontos coerentes com o momento de vida atual dos clientes e seus principais objetivos.

Por exemplo, para compradores que são motoristas iniciantes, tenha em mente que os veículos ideais são os seminovos. 

Afinal, o custo é perfeito para aqueles que possuem baixa experiência. Tornando o processo de direção algo mais prazeroso, sem estresse excessivo com o possível desgaste do carro novo.

4. Fatores psicológicos

Por fim, os fatores psicológicos referem-se à memória, aprendizagem, motivação, percepção e atitudes. Eles, nesse contexto, estão interligando diretamente as respostas dos consumidores a estímulos comerciais e de marketing.

Dessa forma, o fornecimento de garantia após a compra poderá ser um excelente argumento durante a negociação. Aqui, estratégias que destacam os benefícios e vantagens dos veículos seminovos contribuem para o estímulo desses fatores. 

Ainda, símbolos, cores, formato e tamanho poderão influenciar na tomada de decisão do comprador. Logo, ressalte que é possível que o cliente adquira um carro com os componentes que deseja, por um preço mais justo que os dos novos.

Bônus: lembre-se da agilidade e otimização

A agilidade e otimização, durante o processo de compra dos veículos seminovos, também são fatores que influenciam diretamente a decisão. 

Por exemplo, segundo pesquisas recentes, o processo de entrega de veículo tem o maior peso para a garantia da satisfação do cliente, chegando a 24%.

Esse tempo de entrega está relacionado a alguns aspectos, como a chegada do veículo no estoque, tempo de viagem, rota, gestão de risco e muito mais. 

Entretanto, o mesmo poderá ser reduzido com a ajuda do RENAVE (Registro Nacional de Veículos em Estoque).

O sistema digitaliza a transferência de propriedade, reduzindo custos e aumentando a rapidez da venda e compra do carro. Afinal, o mesmo é responsável pela comunicação, registro, controle e acompanhamento das transações comerciais dos veículos.

Ficou curioso? Então, clique no botão abaixo para saber tudo sobre o RENAVE!

Tudo sobre o Renave. Acesse e confira o infográfico!

Carro 0km: conheça o registro necessário após a venda

Desde 2022, o carro 0km precisa ser cadastrado em um registro para validar a comercialização e transferência de propriedade. E a não adequação a este sistema causa problemas no primeiro emplacamento. 

Para entender mais, continue a leitura. Reunimos neste texto as principais informações sobre esse registro e dicas de como realizá-lo. 

Vamos lá?

Qual é o registro necessário no pós-venda do carro 0km?

O carro 0km precisa ser registrado e devidamente cadastrado pelo Renave Zero KM. O Registro Nacional de Veículos em Estoque realiza o controle de compra e venda, e de entrada e saída de veículos novos e seminovos.

Contudo, para os carros usados a integração não é obrigatória, sendo necessária a adesão do DETRAN estadual. 

Já sem o Renave Zero KM, os carros novos não podem ser devidamente comercializados. Ele é obrigatório para todo o país, desde janeiro de 2022. 

O não cumprimento desse processo impossibilita o primeiro emplacamento do veículo, dificultando a circulação do mesmo. 

Isso porque o consumidor só poderá realizar essa operação com a Nota Fiscal eletrônica (NF-e) e com a Autorização para Transferência de Veículo Eletrônica (ATPV-e). Destaca-se que esses documentos são emitidos após a adoção ao sistema. 

Dessa forma, será possível evitar fraudes por clonagem de automóveis. Segundo o diretor-geral do Detran PR, Wagner Mesquita, “o que estava acontecendo com frequência, é que veículos em concessionárias diferentes, em estados diferentes, estavam sendo vendidos com o mesmo número de chassi. Com este registro, podemos zerar a incidência de chassi clonado”.

Essa é uma iniciativa do Ministério da Infraestrutura/Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) com o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), com base legal das normas:

O objetivo do Renave Zero KM também é garantir maior otimização nos processos de transferência veicular entre a montadora e o estabelecimento. Assim como, do estabelecimento para o consumidor final. 

Afinal, a comunicação entre o governo e os órgãos competentes ocorre de maneira digital. Logo, a transferência acontece automaticamente, promovendo maior agilidade, eficiência operacional e logística. 

Relembre as demais fases do Renave Zero KM!

Durante o ano de 2022, o sistema foi atualizado para contemplar diferentes modalidades de carro 0km e veículos novos. Agora, a adesão é obrigatória para os estabelecimentos, montadoras e ITEs (Implementadores, Transformadores e Encarroçadores) em diferentes contextos. 

Então, a seguir, relembre as demais fases do Renave Zero KM e conheça um pouco mais desse sistema. 

Renave Zero KM – Fase 2

A fase 2 do Renave Zero KM é destinada aos veículos inacabados. São eles:

  • Chassi e plataforma para ônibus ou micro-ônibus; 
  • Chassis de caminhões;
  • Caminhonetes; 
  • Utilitários;
  • Com cabine completa, incompleta ou sem cabine; 
  • Os quais necessitam de complementação antes do registro e licenciamento.

Logo, esse modelo de veículo é obrigado a passar pelo fluxo Renave Zero KM para eliminar fraudes de chassis não emplacados. Assim, será possível garantir a autenticidade dos inacabados. 

Aqui, os chassis já pré-cadastrados pelas montadoras ficarão bloqueados. Ou seja, só poderão ser emplacados após a emissão do ATPV-e e a NF-e para o consumidor final, pela concessionária ou ITE.

Renave Zero KM – Fase 3

Já a fase 3 do Renave Zero KM é destinada aos veículos de venda direta. Isto é, aqueles que são comercializados diretamente da fábrica e sem qualquer tipo de intermédio.

Essa modalidade atende pessoas jurídicas (CNPJ), taxistas e pessoas com deficiência. A transação visa garantir maiores vantagens financeiras a este grupo de compradores.

Além disso, essa fase também refere-se aos fabricantes que realizam venda direta, concessionárias que entregam veículos ou gerenciam vendas, e implementadores, encarroçadores e transformadores (ITE).

O objetivo dessa atualização é promover um maior controle das modificações realizadas no veículo e reduzir a burocracia e processos de comunicação quanto a elas. Logo, haverá uma maior fiscalização dos benefícios tributários. São eles: 

  • PJ: 12 meses;
  • PCD: 4 anos;
  • Táxi: 2 anos;
  • Táxi c desc. IOF: 3 anos se financiado;
  • Nenhuma das opções.

A comunicação sobre eles, durante o processo, é fundamental para evitar que a transferência de propriedade seja bloqueada.

Vale ressaltar que o Renave Zero KM fase 3 é realizado com base em alguns cenários de veículos acabados e veículos inacabados. E, para cada um deles, há alguns passos necessários para a adequação.

Então, para saber mais detalhes desta e demais fases, clique no botão abaixo e realize o download do nosso guia completo.

Renave Zero Km: acesse e conheça as fases!

Como adequar o carro 0km ao registro?

Como fazer o registro do carro 0km

Apesar de alguns passos serem diferentes para cada fase, há certos pontos em comuns entre elas. Segui-los é fundamental para a correta adequação do registro e, consequentemente, a comercialização.

Para cumprir o processo de registro no sistema, as concessionárias deverão realizar um cadastro no site da Credencia, do SERPRO. Essa operação é rápida e gratuita, mas costuma gerar dúvidas.

Entretanto, todo esse processo poderá ser ainda mais ágil e menos burocrático com a ajuda de uma empresa terceirizada e especializada no assunto, como a Renave Fácil.

Participamos do projeto piloto do RENAVE para o desenvolvimento de uma interface capaz de realizar a comunicação entre os órgãos competentes e o estabelecimento. Portanto, somos o parceiro ideal para te ajudar na adesão correta ao sistema!

Atualmente, contribuímos com a adequação das etapas do registro RENAVE de maneira simplificada e otimizada. Também garantimos a segurança e o apoio de uma equipe experiente no assunto. 

Além disso, auxiliamos nas operações do credenciamento SERPRO. Nosso time de profissionais está à disposição para auxiliá-lo neste processo, sem cobrar a mais por isso. Exigimos apenas o aval do estabelecimento e os documentos necessários.

Conte com a Renave Fácil!

Como abordado ao longo do texto, o registro necessário para comprovar e validar a venda do carro 0km é o Renave Zero KM. Lembre-se! Não aderi-lo impossibilita o primeiro emplacamento do veículo. 

Então, conte com o pioneirismo da Renave Fácil e se adeque agora mesmo ao sistema. A nossa experiência nos permite contribuir com a implementação das novas regras do Renave Zero KM, independentemente das fases.

Entre em contato conosco!

Acesse e faça o cadastro na plataforma do Renave Fácil!

Tendências do setor automotivo em 2024
Setor automotivo: tendências para 2024

O comportamento do mercado e do consumidor são os principais influenciadores no surgimento de tendências. E no setor automotivo não seria diferente.

Então, para te ajudar a acompanhar essas mudanças, listamos a seguir algumas das principais tendências para 2024. Continue a leitura para conhecer!

O que esperar do setor automotivo em 2024?

Setor automotivo em 2024

O setor automotivo tem passado por grandes mudanças nos últimos anos. A crise dos semicondutores, a guerra entre a Ucrânia e a Rússia e os avanços tecnológicos têm direcionado e impactado as tendências para 2024.

E por falar em crise, a escassez dos semicondutores deve reduzir e o mercado irá se recuperar no próximo ano. Esse é um problema que vem afetando diferentes setores, assim como o automotivo, desde 2018.

Contudo, a Gartner, citada pela Infor Channel, prevê um crescimento na receita global de semicondutores de 16,8% em 2024, totalizando US$624 bilhões. O que, é claro, contribui para o aumento da produção de veículos. 

Até porque, no primeiro semestre de 2023, a indústria deixou de fabricar quase 18 mil carros na América do Sul por falta de chips. 

Apesar do cenário ainda instável, as inovações tecnológicas do setor têm animado o consumidor. Portanto, elas são excelentes oportunidades de crescimento. É possível que 2024 traga grandes revoluções e transformações para este mercado. 

Então, continue a leitura e veja uma lista com as principais tendências desse setor para o próximo ano!

Leia também: Concessionária enxuta: conheça mais sobre essa tendência!

Veículos elétricos

Uma das grandes mudanças no setor automotivo para 2024 será o aumento na oferta e na demanda por veículos elétricos (VE). 

Eles são o assunto do momento graças à redução dos custos de baterias, pela melhoria da infraestrutura de recarga e pelo apoio governamental no mercado.

O aumento da procura por esse modelo de veículo também está relacionado à sustentabilidade (veremos mais a seguir). Isso porque ele diminui as emissões de carbono. 

Vale destacar aqui os carros híbridos, que reduzem o trabalho do motor de combustão. O que não só economiza gasolina, como colabora com a diminuição da emissão de poluentes.

Além disso, a crescente demanda também está relacionada a outros benefícios gerados pelos VEs, se comparado ao de combustão. Como, por exemplo, a economia! Afinal, o carro mais econômico do Brasil é elétrico e faz 52,7 km/l, segundo o Estadão.

Conforme dados da Pesquisa da Webmotors, citada pela Mais Automotive, 63% dos consumidores apostam nos híbridos e elétricos devido à perspectiva de economia de combustível. 

Além disso, 38% dizem que apostam nele devido ao apreço por experimentar novas tecnologias e 33% pela preocupação com o meio ambiente. 

De todo modo, 61% deles estão dispostos a pagar um valor mais alto por modelos eletrificados.

Carro mais autônomos

Os carros autônomos também são uma realidade que deve ganhar mais destaque no setor automotivo. Aqui, algumas tecnologias já são utilizadas, automatizando certas funções. 

Como o sistema de estacionamento totalmente autônomo da Mercedes-Benz e Bosch. Eles receberam aprovação para o uso comercial no aeroporto de Stuttgart. O condutor apenas precisará enviar o carro, por meio de um aplicativo, a uma vaga já pré-selecionada.

Além disso, há também ferramentas automatizadas que detectam pontos cegos e realizam o monitoramento de alerta do condutor. Assim, reforça a ideia de que os carros mais autônomos são mais seguros que os conduzidos por humanos.

De qualquer modo, de acordo com um estudo citado pelo Mobilidade Estadão, a expectativa é de que até 2040 seja possível zerar mortes no trânsito com ajuda desse tipo de tecnologia.

Vale destacar que já existem sistemas de freio automático, aviso de colisão e detecção de pedestres que fortalecem a importância desses carros para a segurança no trânsito.

Existem diferentes níveis de autonomia do carro, e a ideia é que isso comece a evoluir nos próximos anos através de pesquisas. Contudo, apesar do avanço desse cenário, um veículo 100% autônomo ainda é uma realidade um pouco distante.

Sustentabilidade

Como vimos acima, a sustentabilidade tem norteado algumas das principais tendências do setor automotivo. Afinal, sabemos que esse mercado é um dos grandes causadores da poluição atmosférica, efeito estufa e aquecimento global.

Por exemplo, segundo dados citados pelo Auto Esporte, os veículos são responsáveis por cerca de 60% das emissões de partículas poluentes em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Nesse sentido, é possível até que aumente a discussão em volta dos carros movidos a hidrogênio nos próximos anos. Tendo em vista que eles reduzem as emissões e promovem maior eficiência do combustível.

Contudo, a sustentabilidade no setor vai além! É preciso reduzir não só a pegada de carbono, como, também, adotar o uso de:

  • Energias renováveis;
  • Sistemas de gestão de resíduos;
  • Uso de materiais menos poluentes e agressivos ao meio ambiente.

Aqui, o objetivo é estimular e promover práticas sustentáveis de fabricação capazes de minimizar os efeitos desse mercado. 

Mobilidade compartilhada

A mobilidade compartilhada é mais uma das tendências que devem ser impulsionadas em 2024 no setor automotivo. Contudo, essa é uma resposta direta à mudança de comportamento dos consumidores, principalmente dos mais jovens.

Afinal, o interesse em ter a carteira de motorista dessa parcela da população tem caído desde 2015! Segundo dados citados pelo G1, em 6 anos (até 2021), o número de pessoas habilitadas entre 18 a 30 anos, sofreu uma queda de 10,5%.

Os motivos por trás disso são diversos, como fatores culturais, econômicos, sociais e até ambientais. Logo, atualmente, a maioria deles tem optado por carros de aplicativos, transporte coletivo, ou até mesmo a bicicleta.

E é nesse cenário que a mobilidade compartilhada vem crescendo! Seja por falta de capital, preocupação com a sustentabilidade e/ ou comodidade. 

A expectativa é de que os fabricantes e empresas de tecnologia comecem a construir soluções em conjunto, capazes de atender as necessidades desse público.

Nesse mesmo sentido, cresce, também, os modelos de propriedade por assinatura que permitem o acesso a uma variedade de veículos. Tudo de maneira flexível e mais em conta.

Carros usados

Algumas das mudanças já citadas aqui influenciam o aumento da demanda pelos carros usados, como:

  • Economia;
  • Crise de semicondutores;
  • Sustentabilidade;
  • Flexibilidade.

Em 2023, a venda de carros usados no país passou a ser cinco vezes maior que a de carros novos, segundo G1. Muito disso se dá ao aumento dos valores dos carros populares.

Ainda conforme a matéria, em 2019 o valor médio desse tipo de veículo era de R$30 mil. Nesse caso, era preciso desembolsar 30 salários mínimos da época. 

Em 2022, o mesmo carro passou a custar quase 70% a mais, correspondendo a 41 salários mínimos. Já em 2023, o preço aumentou mais uma vez: R$67 mil. 

Por isso, a perspectiva é de que esse ainda seja o cenário para o próximo ano. Afinal, de acordo com a pesquisa citada acima, da Webmotors, 61% dos brasileiros querem comprar carro usado até 2024!

Conectividade e digitalização

Por fim, a conectividade e a digitalização são mais algumas das mudanças no setor automotivo que vão ser impulsionadas em 2024. 

Com os avanços tecnológicos, a expectativa é de que os carros estejam interligados a sistemas de Inteligência Artificial, Internet das Coisas e infoentretenimento.

O objetivo aqui é gerar dados cada vez mais assertivos e coerentes quanto a usabilidade e funcionalidade desses veículos. Eles possuem um papel importante na promoção da segurança e no desempenho dos mesmos. 

Já quanto à digitalização, essa é esperada em todo o mercado, principalmente nos estabelecimentos responsáveis pela comercialização dos carros. Essa prática colabora com a otimização dos processos e com o aprimoramento da experiência do cliente. 

Para saber mais sobre o assunto, clique aqui e acesse nosso blog completo sobre a digitalização no setor.

Mantenha-se atualizado quanto às novidades do setor!

É normal que, com o passar dos anos, o setor  automotivo se transforme e estimule o surgimento de novidades. Mas se manter atualizado quanto às novidades é essencial para sair na frente da concorrência e garantir destaque mercadológico. 

Então, se você gostou desse conteúdo e deseja receber mais como este, acesse o nosso blog. Lá você encontra dicas e as principais informações sobre o mercado automotivo.

CRV e CRLV
CRV e CRLV: qual a diferença?

A diferença entre o CRV e CRLV é uma das principais dúvidas no setor e até mesmo de clientes. Isso porque esses documentos podem ser parecidos em alguns momentos. Contudo, eles não são o mesmo!

Para entender mais sobre as características, funcionalidades e as distinções entre eles, continue a leitura! Neste texto, reunimos as principais informações sobre ambos certificados. 

O que são CRV e CRLV?

O que são CRV e CRLV

É normal a confusão entre o CRV e CRLV. Afinal, as siglas são muito parecidas e ambos são documentos de certificados do veículo. Contudo, eles não são a mesma coisa. Muito pelo contrário!

É possível listar as principais diferenças entre eles. Entretanto, o melhor a se fazer, nesse primeiro tempo, é explicar mais sobre cada um desses documentos. 

Sendo assim, o CRV é a sigla para Certificado de Registro do Veículo. Ele é o antigo “Documento Único de Transferência (DUT)”. Também poderá ser conhecido como “recibo ou comprovante de compra e venda do veículo”.

Esse documento é responsável por certificar a propriedade do veículo, além de comunicar a transferência, quando houver. Logo, ele é fundamental para a comercialização de automóveis de maneira legal. E a sua primeira emissão ocorre no registro inicial do veículo. 

Já o CRLV é o mesmo que Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo. Ele também pode ser conhecido como apenas “licenciamento” do carro ou Certificado de Licenciamento Anual (CLA). A primeira emissão desse documento é feita simultaneamente ao registro. O mesmo é válido para todos os veículos automotores!

O intuito desse certificado é atestar que o veículo em questão está apto para circular nas vias. Para isso, o proprietário precisa realizar os pagamentos necessários. Por exemplo, os tributos e encargos (IPVA e o DPVAT), assim como multas de trânsito e ambientais. Independente da responsabilidade das infrações cometidas, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Nesse sentido, ambos os documentos são essenciais, principalmente na busca pela eliminação de possíveis fraudes ou irregularidades. Porém, um está diretamente ligado à comercialização do veículo, enquanto o outro refere-se a sua legalidade e licença para circulação. 

Conheça as principais diferenças entre CRV e CRLV

Para entender mais a diferença entre CRV e CRLV, é necessário citar as principais distinções. A primeira é quanto a sua finalidade. Ou seja, como vimos acima, o CRV é responsável por comprovar o registro do automóvel, enquanto o CRLV refere-se a permissão para usá-lo.

Entretanto, há mais diferenças. Uma delas é quanto a sua obrigatoriedade de porte. No caso do CRV não é obrigatório o seu porte. 

Entretanto, é obrigatório ter o CRLV durante a direção, seja o documento impresso ou digital. Os casos em que isso não acontece serão tidos como uma infração gravíssima de trânsito. O que resulta em uma multa de R$293,47, 7 pontos na carteira e remoção do veículo. 

Importante dizer que, em caso do porte do documento vencido, será considerado uma infração leve de trânsito. O que implica em uma multa de R$88,38, 3 pontos na carteira e retenção do carro até a regularização do documento.

A segunda grande diferença é quanto à validade. O CRLV é expedido anualmente e o CRV não possui data de validade. No entanto, há algumas situações que exigem a nova expedição desse documento. 

Como, por exemplo:

  • Transferência de propriedade;
  • Mudança de município de domicílio ou residência do proprietário;
  • Alteração de qualquer característica do veículo;
  • Mudanças de categoria.

No processo de transferência é necessário realizar a efetivação da nova expedição em até 30 dias. Caso contrário, será considerada uma infração média de trânsito, gerando uma multa de R$130,16 e a remoção do veículo.

Aqui, o antigo proprietário também deve comunicar a venda do automóvel ao DETRAN em até 60 dias. Já nos demais casos citados acima, a expedição precisa ocorrer de forma imediata.

Destaca-se que a expedição do CRV e CRLV só será realizada após a regularização de débitos e/ou de restrição judicial.

ATPV-e e CRLV-e: documentos atuais

Com a digitalização do setor automotivo, alguns processos foram alterados. Como, por exemplo, agora a transferência de propriedade deve ser realizada por intermédio do RENAVE (Registro Nacional de Veículos em Estoque). 

Isto é, o sistema responsável por gerenciar a comunicação, registro, controle e acompanhamento das transações comerciais. Segundo o Gov, ele possibilita que a movimentação de entrada e saída de veículos seja feita nos livros de registro de forma eletrônica e de acordo com o CTB.Tudo sobre o Renave. Acesse e confira o infrográfico!

Além dessa mudança, alguns documentos também sofreram certas alterações. Como é o caso do ATPV-e e do CRLV-e. 

Segundo o CTB, “fica instituído o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e), expedido na forma estabelecida pelo órgão máximo executivo de trânsito da União, que conterá, vinculados em um único documento, o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o Certificado de Licenciamento Anual (CLA)”.

Ou seja, o CRLV-e é a versão digital que engloba o CRV e o CLA. Assim, elimina a necessidade de impressão de ambos documentos. Agora é preciso somente tê-los em formato digital. Mas o impresso continua valendo!

Já o ATPV é a Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo. Ele ficava no verso do CRV em branco. Agora, com a digitalização do processo, o documento atual é o ATPV-e. 

Ele só será emitido a partir de uma intenção de venda. Ou seja, no formato CRLV-e, o ATPV-e só será expedido quando o processo de comercialização for iniciado.

Nesse caso, deve-se solicitar a emissão, junto ao DETRAN, de maneira presencial ou através do canal de atendimento digital do órgão.

O ATPV-e será disponibilizado com um QR Code de segurança, para o preenchimento. O comprador precisará reconhecer firma e a efetivação da transferência junto ao DETRAN. 

E agora?

Como abordado ao longo do texto, o CRV e CRLV são comumente confundidos. Entretanto, eles não são sinônimos e se referem a certificados diferentes de um mesmo veículo. 

Vale destacar que ambos são essenciais para a correta legalidade de uso e comercialização do automóvel. Logo, é fundamental a adequação e regularidade de ambos!

É igualmente importante a atualização constante quanto a essas mudanças! Então, para ficar em dia quanto às novidades, transformações e principais informações sobre o setor, clique aqui e acompanhe o nosso blog.

6 estratégias para aumentar as vendas de veículos

Para se manter relevante e se destacar no mercado, é necessário ter o foco no aumento das vendas de veículos. Ou seja, é preciso melhorar a experiência do cliente e tornar o processo comercial cada vez mais ágil e eficiente.

Para entender como garantir novas oportunidades de negócio, continue a leitura e confira a nossa lista com 6 estratégias que vão te ajudar a aprimorar seus resultados.

Boa leitura!

Como aumentar as vendas de veículos?

Como aumentar as venda de veículos

O objetivo de qualquer negócio será, sempre, garantir o aumento das vendas de veículos. Isso porque elas são responsáveis pelo sucesso financeiro do estabelecimento. Afinal, para se ter rentabilidade e lucratividade, é necessário vender um volume mínimo de veículos por mês.

As vendas servem até como indicador, demonstrando a posição do negócio em meio ao mercado. É simples! Se o seu estabelecimento tem adquirido mais clientes, é bem provável que o motivo esteja relacionado à qualidade de seus serviços. 

A satisfação dos compradores é essencial para assegurar o destaque em meio a concorrência, além de boas avaliações e indicações.

Conforme números da FENABRAVE, no balanço de setembro, as vendas de veículos aumentaram em 8,5% desde o início do ano. Ou seja, 1,63 milhões de veículos foram vendidos nos nove primeiros meses, segundo dados citados pela CNN.

A expectativa para esse ano é de um aumento nas vendas de 5,6% no setor. O que significa 2,22 milhões de unidades vendidas. 

Sendo assim, aproveite esse cenário favorável e obtenha bons resultados para o seu negócio! Para te ajudar nesse processo, listamos algumas estratégias que contribuem para o aumento das suas oportunidades. Confira quais são!

1. Se mantenha atualizado

O primeiro passo na busca pelo aumento das vendas de veículos é a atualização. É fundamental se manter informado e esclarecido sobre as transformações e novidades do setor. 

Para isso, siga as principais empresas e entidades do mercado e confira os conteúdos compartilhados e debates. Além disso, participe de feiras e eventos para se manter em contato com:

  • Concorrentes;
  • Possíveis clientes;
  • Profissionais especializados;
  • Exemplos de sucesso. 

Esses espaços são essenciais para a troca de experiências e informações valiosas, gerando insights e boas oportunidades para o crescimento.

Mas essa é uma prática que precisa ser realizada com frequência. Afinal, o setor muda a todo momento. Isto é, sempre surgem novas tecnologias e técnicas que impactam o desenvolvimento do seu negócio. 

2. Faça um planejamento comercial 

Em seguida, deve-se analisar o seu setor comercial para garantir um planejamento correto, assertivo e capaz de impulsionar sua equipe. 

Ou seja, é preciso mapear os processos, estudar os resultados de cada abordagem e avaliar os históricos de vendas. O objetivo aqui é encontrar pontos de gargalo ou que precisam ser aprimorados para gerar ainda mais resultados. 

Após a identificação dessas adversidades, chega o momento de reestruturar e reorganizar seus processos. É essencial a distribuição de oportunidades para cada vendedor, de maneira eficiente e que contribua para o sucesso da venda. O importante é não sobrecarregar ninguém.

Além disso, crie metas e estabeleça compensações para o alcance delas. Dessa forma, estimula sua equipe a garantir o sucesso das vendas.

O planejamento comercial conta com estratégias, padrões de processos e técnicas bem definidas para guiar o time em diferentes contextos. Ele é fundamental para prever cenários e possibilidades de planos de ação. Assim, será possível evitar o desenvolvimento de prejuízos futuros.

3. Capacite os vendedores 

O próximo passo na busca pelo aumento das vendas de veículos refere-se ao investimento em capacitação para os seus vendedores. Afinal, eles são a ponte entre o estabelecimento e os clientes. 

Por isso, é importante garantir que estejam atualizados e sejam capazes de alcançar as demandas do mercado. E, assim, assegurar uma boa experiência para o seu cliente. 

Mas, para isso, utilize como base as informações levantadas sobre possíveis gargalos. Assim, será possível identificar e estabelecer assuntos, temas e modelos de treinamento adequados com as necessidades dos vendedores.

Como, por exemplo, palestras, materiais de apoio, documentos que compartilham experiências e outros formatos de conteúdo. Seja qual for o escolhido, o importante é incentivar a constante capacitação para estimular a atualização e evolução de seu time.

E, claro, pense na possibilidade de estabelecer treinamentos, também, para novos vendedores. Assim, ajudando a eliminar vícios no início da contração.

4. Invista em marketing digital

O marketing digital é uma estratégia essencial para estabelecimentos que desejam crescer em meio a digitalização. 

Afinal, com o distanciamento social causado pela pandemia, as pessoas perderam seus receios em realizar compras online. E com o comércio de veículos não foi diferente. 

Segundo dados citados pela Terra, só na pandemia, quase 20% dos consumidores teriam comprado um automóvel se tivessem a opção de fazer a compra pela Internet.

Essa é uma prática que vem crescendo cada vez mais. Para garantir o destaque em meio a concorrência, no digital, é necessário apostar no marketing. A ferramenta é composta por um conjunto de atividades e estratégias que visam:

  • Atrair novos clientes;
  • Criar relacionamentos duradouros;
  • Desenvolver um posicionamento forte no ambiente online.

Além disso, o marketing digital é essencial para estabelecer e explorar novos canais de aquisição. Como, por exemplo:

  • Redes sociais;
  • E-mail marketing;
  • Materiais ricos;
  • Páginas de conversão;
  • Blog;
  • Newsletter; e
  • Até showroom digital.

A grande vantagem disso tudo é a possibilidade de análise de dados. As ações digitais permitem o acompanhamento em tempo real dos resultados. O que contribui com os ajustes das estratégias para garantir o melhor retorno. 

5. Aprimore o VDP

Na mesma linha de raciocínio, destaca-se a necessidade da qualidade do seu VDP para o aumento das vendas de veículos. O Vehicle Detail Page é o mesmo que “página de detalhamento do veículo”, a mais importante do seu site.

Ela é destinada à venda de um determinado veículo. Por isso, deve estar bem organizada, contar com recursos visuais para atrair a atenção do leitor e conter todas as informações sobre o automóvel.

Ele pode ser inserido em seu próprio site ou em portais de vendas e redes sociais. De qualquer forma, o importante é compartilhar todos os detalhes que ajudarão na tomada de decisão de compra. Essa é a melhor forma de garantir segurança ao possível comprador.

Para saber como criar e aprimorar essa página, clique aqui. Desenvolvemos um conteúdo completo com dicas de como melhorar o seu VDP. 

6. Digitalize o processo de transferência veicular 

A transformação digital e a digitalização já fazem parte do setor automotivo! Resistir a esse cenário é uma prática improdutiva que irá gerar prejuízos ao seu estabelecimento. 

No contexto atual é fundamental contar com a automação das atividades para assegurar os melhores resultados em vendas de veículos. 

Portanto, aposte na digitalização do processo de transferência veicular com o RENAVE (Registro Nacional de Veículos em Estoque). Esse sistema viabiliza a comunicação, o registro, o controle e o acompanhamento das transações comerciais dos veículos.

Tudo sobre o Renave. Acesse e confira o infrográfico!

Essa base nacional reduz custos e incentiva a otimização e agilidade durante a compra e venda. Afinal, o RENAVE facilita a viabilização e escrituração eletrônica dos livros de registro de movimentação de entradas e saídas dos veículos, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A integração com o sistema desburocratiza o processo de transferência de propriedade. A comunicação facilitada do RENAVE, com os órgãos competentes, formaliza a compra e venda. 

Sendo assim, o RENAVE contribui para o aproveitamento adequado das oportunidades. Isso porque o seu time de vendas será melhor administrado, já que vão poder despender o tempo em outras atividades. O que contribui para a alta performance e o aumento de vendas.

O RENAVE chega para promover maior automação e produtividade. E a Renave Fácil pode te ajudar a tornar esse processo ainda menos moroso e mais eficiente. Estivemos presente no projeto piloto do RENAVE para desenvolver uma plataforma de integração e interface de comunicação entre os estabelecimentos e os órgãos. 

Disponibilizamos as operações necessárias para facilitar a transferência, venda e inserção de veículos no estoque RENAVE. Garantimos segurança e praticidade em uma única ferramenta.

Então faça já o cadastro na nossa plataforma e realize a transferência veicular no conforto do seu trabalho e com o apoio de uma equipe capacitada.

Acesse e faça o cadastro na plataforma do Renave Fácil!

Black Friday na concessionária
Black Friday 2023: como aderir na sua concessionária?

A data comercial mais esperada do ano pode ser a melhor oportunidade para a sua concessionária alavancar as vendas! A Black Friday deve movimentar todo comércio na sua nova edição, inclusive, de veículos novos e seminovos.

Antes de irmos para as dicas, considere que a maioria dos consumidores continua escolhendo as compras em lojas físicas (43%). É o que comprova a pesquisa da Globo, que será usada em outros tópicos deste conteúdo. Os entrevistados citaram os motivos:

  • 29% – Praticidade e rapidez;
  • 22% – Retirada imediata do produto; e
  • 21% – Teste do produto.

E tem mais: sabe por que as pessoas escolheram essas lojas? As principais razões são:

  • Considera as unidades como preferidas (33,6%);
  • Encontraram preços atrativos na Black Friday (27%);
  • A loja estava no trajeto (26%).

Mas será que esses consumidores estão mesmo aptos a comprar? Conforme outro estudo, da Méliuz e divulgado no Estadão, sim. A maioria (95,2%) dos entrevistados quer aproveitar a data. Os consumidores devem gastar 62% mais nessa edição do que na última, em 2022.

A Black Friday na concessionária

Black Friday na concessionária

A Black Friday está marcada para a última sexta-feira do mês de novembro. Ou seja, neste ano, será no dia 24. E, se você tem uma concessionária ou é responsável por ela, tem que começar logo a se preparar para essa data.

“81% dos entrevistados disseram que para encontrar um bom preço, é importante pesquisar bastante”. O mesmo relatório diz que é na semana da Black Friday que as empresas começam a disputar a atenção dos clientes, de forma bastante acirrada.

Com foco no setor de veículos, principalmente de carros e motos, considere que a amostragem é de 2.000 pessoas, diz a Globo. A partir disso, 4% dos entrevistados disseram ter interesse em automóveis e 3% em motocicletas.

Expectativa

Uma das estratégias mais importantes é estar presente durante o dia do evento. As pessoas estão esperando pelas oportunidades geradas nessa data – 50% afirmaram isso. Então, mostre que a sua concessionária deve estar na lista de pesquisa dos consumidores!

Para criar a expectativa, uma alternativa é investir em marketing, de modo a comunicar e atrair os clientes para sua loja. As ações podem acontecer por meio:

  • Do noticiário local;
  • De blogs institucionais;
  • Das redes sociais;
  • Dos grupos online e muito mais.

Público

A segunda dica tem relação com o seu público. Nesta altura, é possível que você já tenha uma ideia do perfil dos seus consumidores. Certo? E é interessante saber disso para criar as campanhas mais focadas no que é interessante para a experiência deles.

A pesquisa da mostrou que 62% dos clientes das Classes A e B possuem o desejo de realizar compras na Black Friday. No geral, os clientes pesquisam em:

  • Sites (27%);
  • Redes sociais (25%); e
  • Fazem visitas em lojas físicas (24%).

Desconto

Um erro comum das concessionárias é deixar para validar os descontos durante o atendimento. Isso pode até funcionar em algumas situações, mas cria-se um grande risco de perder a venda ou dar um desconto maior do que é saudável para o negócio.

Portanto, antes da sexta-feira, tenha uma listagem com os preços dos veículos, assim como os valores promocionais deles. Uma boa ideia, aliás, é contar com softwares e tecnologias que auxiliem nessa busca por informações e registro de dados.

Benefício

Atualmente, os consumidores estão muito interessados em avaliar o custo-benefício de uma compra, não apenas o preço ou desconto. Por isso, as concessionárias também devem estar atentas aos benefícios que podem ser diferenciais para as vendas.

Entre as opções para carros, oferecer descontos ou isenções na documentação, emplacamento e impostos podem fazer parte do seu combo de vantagens. 

Aliás, fica a dica para fazer ações em parceria com despachantes da região durante essa época do ano.

Condições

Os benefícios podem aparecer nas condições de pagamentos. Por exemplo, na criação de campanhas com diferenciais nas taxas de financiamento. Algo que pode ser impulsionado ou motivado pelos próprios bancos e financeiras que fazem campanhas na Black Friday.

Nessa hora, é possível notar como o investimento em treinamentos de vendedores faz sentido. Ao saber lidar com clientes, é possível entender quais os melhores benefícios e condições para eles. Uma simples mudança nos juros ou prazo pode acarretar vendas.

Estoque

Outro detalhe é o estoque ativo de veículos para esse momento. Geralmente, é um período com muitas vendas e organizar o seu espaço é fundamental para realizar o atendimento ao cliente. Assim como para facilitar a entrada e saída dos carros e pessoas.

Inclusive, essa é uma ótima oportunidade para fazer o famoso giro de estoque. Gerando descontos maiores para veículos que estão parados na loja há mais tempo. Dica extra: se tornar uma concessionária enxuta é uma ótima ideia para melhorar a gestão de estoque.

Atendimento

Conforme o Full Journey, do Google, existem mais de 180 mil possibilidades de jornadas para um consumidor. A publicação do dado foi feita pelo E-commerce Brasil e mostrou que se atentar aos sinais dos clientes e suas novas práticas é uma forma de garantir vendas.

Um exemplo de tecnologia focada na experiência do consumidor de concessionárias é a Renave Fácil. Uma solução para transferência rápida dos veículos comprados na época, principalmente pelo alto volume de vendas

A ferramenta soluciona os entraves com as transferências sem atrapalhar o dia a dia dos vendedores, fazendo a integração e adaptação aos órgãos. Contar com um bom sistema Renave é um dos passos fundamentais na garantia do processo de vendas mais rápido.

O que, por consequência, agrega na satisfação dos clientes. Inclusive, conforme o Buzz Lead, 92% das pessoas confiam na indicação de amigos ou familiares mais do que outras propagandas. Portanto, a boa experiência em uma venda resultará em futuras vendas.

A Renave Fácil na Black Friday

A Renave Fácil é um programa que agiliza a transferência de veículos nos órgãos competentes. Essa desburocratização gera economia para a concessionária e torna o processo de venda mais prático, melhorando a experiência do consumidor na Black Friday. 

A ferramenta é fácil de usar, segura e atende todas as regras do Renave-WS.

Se você tem o interesse em ter mais rapidez e segurança na transferência de veículos, sem custos de integração ou mensalidade, faça o cadastro na Renave Fácil clicando na imagem:

Acesse e faça o cadastro na plataforma do Renave Fácil!

CRV
O que é o CRV – Certificado de Registro de Veículo?

O Certificado de Registro de Veículo (CRV) é o documento que comprova a propriedade do veículo e comunica a transferência. Ele é fundamental para a comercialização de automóveis de maneira correta e legal.

Se você ainda tem dúvidas quanto a esse documento, continue a leitura. Neste conteúdo listamos tudo que precisa saber sobre o CRV!

Confira a seguir!

 

CRV: o que é e para que serve?

CRV é a sigla para Certificado de Registro de Veículo, que, anteriormente, era chamado de DUT. Esse documento é responsável por comprovar a propriedade do automóvel, conforme aponta o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

É por meio dele que o órgão executivo de trânsito estadual (DETRAN) reconhece a titularidade do bem em questão. E a sua primeira emissão acontece durante o registro inicial do veículo. 

Ele deverá ser emitido novamente, de maneira obrigatória, em mais quatro casos:

  • Transferência de propriedade;
  • Mudança de município de domicílio ou residência do proprietário;
  • Alteração de qualquer característica do veículo;
  • Mudanças de categoria.

No caso de transferência é preciso adotar as providências necessárias quanto a efetivação da nova expedição em até 30 dias. A não emissão após o prazo será entendida como infração de trânsito média. O que incorre em uma multa de R$130,16 e a remoção do veículo.

Importante destacar que para a transferência de propriedade o antigo proprietário deverá, também, comunicar a venda do veículo ao DETRAN. E esse processo precisa acontecer em até 60 dias. Já nos demais casos, a prática deve ocorrer de forma imediata. 

A comunicação correta também contribui para a proteção do antigo dono. Afinal, ele pode evitar o recebimento de possíveis punições devido a infrações do comprador, assim como débitos e multas. 

Essa comunicação é certificada pela ATPV (Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo), emitida durante a venda do bem.

Para as novas expedições do CRV, além da comunicação ao DETRAN, esse processo também será informado ao RENAVAM. 

Os dados presentes no CRV, segundo o Portal Gov, são:

  • Código do RENAVAM; 
  • Nome do proprietário; 
  • Número da placa e do chassi;
  • Marca/modelo; 
  • Ano de fabricação.

 

Entenda a diferença entre CRV e CRLV

É importante saber a diferença entre CRV e CRLV para evitar confusões durante as atividades do seu estabelecimento e garantir o melhor atendimento ao seu cliente. Afinal, a correria diária pode gerar deslizes capazes de afetar a experiência dele.

Em um primeiro momento, destaca-se que o CRLV é a sigla para Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo. Ele é emitido anualmente e é destinado a identificação quanto a aptidão da circulação do veículo.

Esse processo ocorre após a quitação dos débitos. Ou seja, do pagamento do licenciamento, da Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do Seguro  Obrigatório (DPVAT).

Já o CRV garante o registro junto aos órgãos competentes, além de documentar a compra e venda do automóvel pelo ATPV. E ele, diferentemente do CRLV, não possui uma validade. Apenas exige novas expedições nos casos citados acima.

No entanto, eles se entrelaçam em certos momentos. Por exemplo, a comunicação do novo endereço do proprietário no CRV é fundamental para realizar o novo licenciamento. Alterando, assim, o CRLV.

De todo modo, o porte é obrigatório no caso do CRLV e não do CRV, seja em modelo digital ou físico. 

Inclusive, em janeiro de 2021, o CRLV passou a ser expedido de maneira digitalizada (CRLV-e), segundo o DETRAN. Isto é, o documento não mais será emitido em papel-moeda. 

O CRLV-e, neste formato, vincula, automaticamente, o CRV e o CRLV em um único lugar. Assim, não será necessário realizar a impressão de nenhum dos dois documentos. Basta tê-los, apenas, de forma digital.

Segundo o Portal Gov, essa é uma forma de simplificar e desburocratizar a vida do cidadão brasileiro. Ainda, o processo de digitalização dos documentos colabora com a economia nacional, já que haverá a redução do uso do papel-moeda.

 

Quais são os processos necessários para emissão?

Emissão do CRV

O Certificado de Registro de Veículo (CRV) é um documento fundamental para as operações diárias do seu estabelecimento. Afinal, como vimos ao longo do texto, ele é responsável por atestar a propriedade do veículo. Logo, refere-se ao processo de transferência veicular, juntamente com o ATPV.

Leia também: ATPV: saiba o que é e como emitir

Portanto, é extremamente importante o conhecimento quanto à emissão desse documento. Ainda conforme o Portal Gov, para os veículos registrados antes de 2021, o processo continua o mesmo. 

Ou seja, quando se inicia o procedimento de venda, basta preencher o verso com os dados do comprador. Após isso, será necessário reconhecer firma no cartório. Por fim, o comprador vai ao DETRAN para efetivar a transferência.

Agora, para os carros registrados depois da data, o DETRAN expedirá o CRLV-e em formato digital. Nesse caso, o ATPV-e será expedido apenas quando o processo de comercialização for iniciado.

Para isso, será preciso solicitar, junto ao DETRAN, a emissão do documento de transferência, informando os dados do comprador. Essa etapa pode acontecer presencialmente ou por meio de um canal de atendimento digital.  

Depois, o DETRAN disponibilizará o ATPV-e para ser preenchido e com um QR Code de segurança. Por fim, deverá ser reconhecida firma no cartório e realizar a efetivação da transferência com o órgão, pelo comprador.

Para ter acesso ao CRLV-e é imprescindível a quitação de todos os débitos. No caso de pessoa Jurídica, é necessário entrar no Portal de Serviços do DENATRAN. E, em seguida, acessar no menu o “Meus Veículos”.

Na sequência aparecerá os veículos registrados no CNPJ. Basta clicar no desejado e depois baixar o CRLV. Ele poderá ser impresso em folha A4.

Para esse processo é preciso ter o Certificado Digital ICP-Brasil (A1 ou A3) no nome da pessoa jurídica proprietária do veículo.

 

E agora?

CRV e Renave Fácil

Lembre-se que, além da digitalização do CRV, o processo de transferência de propriedade também sofreu alterações nos últimos anos. Agora é preciso registrar o veículo em estoque por meio do RENAVE. 

O Registro Nacional de Veículos em Estoque (RENAVE) é obrigatório para o comércio de zero KM, em todo território nacional. Já para os automóveis usados, o DETRAN estadual precisa ter aderido o RENAVE.

Para entender mais sobre esse sistema, suas funcionalidades e características, clique aqui e acesse nosso conteúdo completo sobre o assunto.

Tudo sobre o Renave. Acesse e confira o infrográfico!

Gestão de estoque para concessionárias
Gestão de estoque para concessionárias: saiba como otimizar seus processos

A otimização da gestão de estoque para concessionárias é um passo extremamente importante para a saúde da mesma. É através dessa prática que o estabelecimento passa a ter maior conhecimento sobre o comportamento do consumidor, estabilidade das vendas, sucesso das abordagens e muito mais. 

Para entender melhor sobre o assunto e ter acesso a dicas de como realizar esse processo, continue a leitura!

 

Por que se atentar a gestão de estoque para concessionárias?

A gestão de estoque para concessionárias é uma das práticas mais importantes. É ela, juntamente com demais atividades, que determina o sucesso e a saúde do estabelecimento.

Essa área está diretamente conectada a receita, custo e despesas da concessionária. Por isso é fundamental a otimização dos processos para assegurar os melhores resultados.

Em outras palavras, a gestão de estoque faz parte do planejamento estratégico do estabelecimento ao equilibrar o ciclo de mercadorias. Ela gera:

  • Otimização de recursos;
  • Aprimoramento da relação com fornecedores e mercado;
  • Proporciona ações de fidelização.

E ainda, a sua efetividade promove decisões de compra mais assertivas e um maior número de vendas. Tudo isso graças à análise, controle e acompanhamento eficiente do estoque.

Segundo um estudo sobre o assunto, essa administração também é importante para garantir o melhor preço e serviço ao seu cliente. Até porque, nesse mercado, há uma maior sensibilidade quanto ao valor dos automóveis, podendo, inclusive, ser uma objeção. 

Logo, para promover a melhor experiência do cliente e ter a certeza da realização do negócio, deve-se gerir muito bem o estoque. Com isso, haverá maior destaque mercadológico devido ao aprimoramento da reputação. Afinal, cliente feliz indica!

É necessário salientar que, conforme números da FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), no Brasil, já são mais de 7,4 mil concessionárias.

Portanto, em meio a competitividade, todos os esforços para proporcionar o destaque são fundamentais para a saúde do estabelecimento.

Além disso, ainda com base no estudo, a gestão de estoque é indispensável para a devida proteção contra mudanças macroeconômicas e de mercado, assim como diferenças circunstanciais desafiadoras, relacionadas ao segmento.

Sendo assim, em resumo, o grande objetivo dessa prática é otimizar o investimento, promovendo constante alto giro e rápidos resultados. Assim, será possível minimizar o capital investido.

 

Como otimizar seus processos?

Como otimizar os processos em concessionárias

A gestão de estoque para concessionárias, como abordado anteriormente, deve ser otimizada para promover os melhores resultados. Com base no estudo já citado, podemos dizer que, para isso, é preciso seguir 5 pilares:

  • Tecnologia da informação;
  • Inovação;
  • Liderança;
  • Conhecimento;
  • Excelência operacional e agilidade na execução.

Com a correta integração e alinhamento entre esses elementos, haverá maior lucratividade, rápido atendimento, satisfação do cliente e melhora na percepção do mercado.

Então, a seguir, listamos algumas boas práticas relacionadas a estes fatores. Continue a leitura para conferir!

 

1. Padronize processos

O primeiro e mais importante passo na otimização da gestão de estoque para concessionária é a padronização de processos. Para isso, deve-se mapeá-los e analisá-los com o intuito de identificar pontos de melhoria. 

Ou seja, avalie:

  • Quantidade de itens no estoque;
  • Periodicidade ou reabastecimento;
  • Aquisição de itens a ser estocada; 
  • Recebimento, armazenamento e atendimento dos itens; 
  • Controle do estoque pela quantidade e valor estocados; 
  • Inventários periódicos; 
  • Controle dos itens obsoletos e danificados.

Em seguida, basta conectá-los de maneira sequencial e ordenada. O importante é estabelecer atividades que contribuam para a produtividade de toda a concessionária.  

Após essa etapa, é necessário definir uma política de administração de estoque para integrar os setores de Compras, Vendas e Financeiros e, assim, evitar conflitos. 

Ainda com base no estudo, elas são conhecidas como normas e diretrizes. Essa política colabora para o aperfeiçoamento da performance de cada departamento. Aqui, conterá:

  • Prazos de entrega pré-definidos; 
  • Depósitos para estocagem com quantidades definidas; 
  • Nível do estoque para atender os mercados com alta e baixa demanda;
  • Compra antecipada com preços reduzidos (especulação); 
  • Giro do estoque. 

 

2. Esteja atento ao giro de estoque

O giro de estoque é o indicador mais importante para o sucesso da concessionária. Ele está diretamente relacionado à qualidade da gestão e a lucratividade do estabelecimento. 

Afinal, se o objetivo dessa administração é aumentar o controle de custos e aprimorar a qualidade dos produtos ofertados, deve-se mensurar e aumentar o giro dos mesmos.

Aqui a lógica é simples: quanto maior for o tempo em que o veículo permanece estacionado no pátio, maior será o gasto. Isso se dá a desvalorização e a perda de potencial do automóvel.

Mas esse raciocínio não é igual para todos os veículos. Até porque, cada um deles tem seus próprios parâmetros para a correta definição de “valorização”. Por exemplo, um seminovo parado no pátio por mais tempo que um zero KM, tende a gerar mais prejuízo. 

Sendo assim, analisar o giro em concessionárias nem sempre é um processo simples. Deve-se avaliar o contexto, as características de cada carro e o tempo em estoque. Somente assim será possível decidir o que é considerado saudável para cada modelo.

O importante é manter o giro alto e reter uma quantidade de veículo razoável para não perder oportunidades de negócios. 

Para entender mais sobre o assunto, clique aqui e acesse o nosso conteúdo completo sobre giro de estoque.

 

3. Aposte na curva ABC

A curva ABC é mais uma estratégia que não pode faltar na gestão de estoque para concessionárias. Essa é uma técnica que contribui para a organização e definição de políticas de vendas. Com ela será possível estabelecer prioridades e ações comerciais coerentes.

Essa ferramenta é responsável por classificar os itens que precisam de mais atenção da gestão. Para isso, a Curva ABC ordena-os de acordo com sua importância, tanto de valor, quanto de quantidade e impacto nas vendas.

Em outras palavras, os produtos são colocados em 3 grupos: o A; B; e o C. Aqui, o primeiro contém os veículos mais importantes, o segundo os de nível intermediário e o último os de menor impacto.

 

4. Pense na possibilidade de se tornar uma concessionária enxuta

O conceito de concessionária enxuta tem ganhado destaque no mercado. Com o intuito de se reinventar, esses estabelecimentos estão apostando na redução de seu porte para focar mais no atendimento.

Nesse caso, há uma maior priorização por espaços mais confortáveis e capazes de estimular a convivência. Sempre com muita tecnologia para auxiliar os processos e ajudar os clientes a conhecer mais dos veículos.

Para isso, o estoque é realizado com o auxílio de empresas parceiras de logística e armazenagem, próximas. Com isso, é possível obter uma segurança, economia e até sustentabilidade. Afinal, será reduzido o trânsito de cegonhas entre as cidades.

Leia também: “Concessionária enxuta: conheça mais sobre essa tendência!”

 

5. Invista em tecnologia

Invista em tecnologia

Por último, não há como deixar de mencionar a importância da tecnologia na eficiência da gestão de estoque para concessionárias. Os softwares e plataformas são fundamentais para controle do inventário, avaliação do giro de estoque, acompanhamento da entrada e saída de veículos e mensuração de dados gerais.

A tecnologia é responsável por colaborar com a padronização, produtividade e capacidade de tomada de decisão. Com a morosidade reduzida, o tempo da sua equipe é despendido em tarefas que exigem maior envolvimento estratégico e analítico.

Isso graças a centralização das informações e a construção de históricos eficientes. O que colabora para estudos futuros, previsão de cenários e resolução de problemas, antes mesmo de se tornarem prejudiciais.

Podemos citar como exemplo a Renave Fácil. Com ela é possível otimizar os processos ao inserir, transferir e vender veículos pelo estoque RENAVE.

A ferramenta promove segurança, conforto, praticidade e economia ao agilizar a transferência de propriedade. Aqui a burocracia é eliminada, assim como a necessidade de procurações e reconhecimento de firmas.

Tudo isso só é possível graças à integração dos estabelecimentos com o RENAVE-WS. Essa operação é realizada graças a interface dedicada da Renave Fácil em promover uma comunicação eficiente e rápida entre os interessados.

Então, converse agora com um de nossos consultores para entender com mais detalhes, como a Renave Fácil colabora com a gestão de estoque para concessionárias.